terça-feira, maio 01, 2007

Blu-ray disc stress test

HD DVD vs. Blu-ray e a industria de filmes para adultos PARTE 03

HD DVD vs. Blu-ray e a industria de filmes para adultos PARTE 02

HD DVD vs. Blu-ray e a industria de filmes para adultos PARTE 01

Scenarist Designer PS

Scenarist Designer PS da SONIC é um Plug-in para o Photoshop que gera automaticamente grafismo optimizado tanto para Discos Blu-ray como para HD DVD. Colocando os designers no controlo do layout interactivo, o Scenarist Designer PS permite aos designers criarem de uma só vez para ambos os formatos, eliminado erros de layout quando o trabalho é passado para quem vai fazer o authoring. Criado para se integrar de forma perfeita tanto com o Adobe Photoshop como com o grupo de trabalho do Scenarist, o Scenarist Designer PS permite um fluxo de trabalho mais rápido e mais eficiente. Possui algoritmos exclusivos de optimização e trabalha tanto em Windows com em Mac OS X.

Blu-Ray vs HD DVD --- A perspectiva portuguesa

Blu Ray ou HD DVD?

O mercado ainda está indeciso entre os dois formatos que estão a competir para ser o standard da próxima geração de DVDs, e todas as tentativas de conciliação fracassaram, e assim sendo a maioria dos consumidores preferem sentar-se e esperar. Nas lojas já se começam a ver alguns títulos, mas ainda é uma gota num oceano de DVDs. Agora com a Sony a lançar mundialmente a PlayStation 3 em quantidades para que não seja necessário comprar uma no eBay a preços loucos, as coisas talvez possam começar mudar.
Alguns fabricantes de electrónica de consumo estão a lançar equipamentos de segunda geração, mas quem os está a comprar? O Blu Ray tem uma maior capacidade e a maioria das empresas de informática quer mais capacidade. Os Estúdios querem ter mais possibilidades para poderem colocar conteúdos mais interactivos nos discos.
A suposta vantagem do HD DVD é que os standards de fabrico são mais acessíveis, tornando o processo de duplicação mais barato. A Microsoft, Intel Toshiba, Sanyo e NEC suportam o HD DVD. A maioria dos fabricantes de electrónica de consumo, como a Sony Panasonic e Philips, e fabricantes de computadores pessoais como a HP e a Apple, suportam o Blu Ray.
Assim qual é a grande diferença? Ambos usam os mesmos standards de compressão de vídeo, o Blu Ray suporta 25GB (e pode ir até aos 50GB) e o HD DVD suporta 15GB(e pode ir até aos 30GB). Do ponto de vista de um filme, ambos os formatos têm uma qualidade de imagem excelente, sendo que esta qualidade depende do codificador utilizado, e do cuidado que o estúdio coloca no tratamento dos conteúdos.
Assim para onde caminha a batalha? Actualmente não está na sala de estar mas nos departamentos de marketing dos formatos em competição. A CES 2007 foi testemunha disso, com cada um dos lados a reivindicar o apoio de estúdios de Hollywood. Enquanto os apoiantes do Blu-Ray apontam a Playstation 3 da Sony como a tábua de salvação, o maior apoiante do HD DVD é a indústria da filmes para adulto, que por ironia decidiu a guerra entre o VHS e o Betamax.
Existem alguns profissionais de criação de DVDs que não vêm esta luta como uma guerra de formatos, mas como uma oportunidade. Oportunidade para criar conteúdos mais interactivos para ambos os formatos. A curto prazo não vejo que haja um vencedor. Podemos ver o exemplo da industria de jogos em que existem três grandes plataformas concorrentes (Sony, Microsoft e Nintendo) que continuam no mercado já à alguns anos. Com duas plataformas para desenvolver conteúdos, os profissionais do authoring DVD trabalham em mais projectos, havendo mais oportunidades de negócio.

segunda-feira, fevereiro 05, 2007

Proteção anti-cópia do Blu-ray quebrada

O hacker conhecido como muslix64 quebrou, no final de Dezembro, a proteção anti-cópia dos DVDs de alta definição HD DVD através do uso de uma chave embutida no filme e utilizada pelos leitores para permitir a reprodução. Agora, através do mesmo método, muslix64 conseguiu façanha semelhante com o Blu-ray, concorrente do HD DVD.

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Breve História do DVD ___ parte1

DVD, também conhecido como Digital Versatile Disc, nasceu em 1996 do casamento de duas tecnologias de discos ópticos concorrentes. O DVD foi desenvolvido por um grupo de dez empresas da industria da electrónica de consumo, chamado DVD Forum, aonde chegaram a acordo para um conjunto de especificações técnicas para cada formato de DVD. Foram publicadas inicialmente cinco especificações, incluindo DVD-ROM, DVD-Video, DVD-Audio, DVD-R e DVD-RAM. Mais recentemente foi adicionada a especificação para o DVD-RW à lista dos formatos "oficiais" de DVD. O DVD Forum tem publicado os formatos de DVD "oficiais", enquanto que os formatos de DVD "não oficiais", que são aqueles que são compatíveis com pelo menos um formato "oficial" de DVD, mas que fornecem outras características adicionais. O DVD+RW é um exemplo de formato de DVD "não oficial", que consegue ler discos DVD-ROM, mas que também consegue ler e escrever em disco DVD+RW, o qual não está documentado em nenhuma publicação do DVD Forum. Os membros originais do DVD Forum foram a Hitachi, a Matsushita (mais conhecida em Portugal como Panasonic), a Mitsubishi Electric Corporation, A Philips Electronics, a Pioneer electronics , a Sony Corporation, a Thomson Multimedia, a Time Warner, a Toshiba Corporation e a Victor Company of Japan(JVC). Antes de 1996 havia dois grupos de empresas em competição, um liderado pela Sony e outro liderado pela Toshiba. Cada grupo tentava desenvolver o seu sistema proprietário de gravação em disco óptico de alta densidade. Felizmente estes dois grupos juntaram forças e chegaram a acordo para a formação do DVD Forum. O DVD Forum encorajou a participação activa dos seus membros da industria informática e do entretenimento para que o formato DVD tivesse uma larga base de suporte tanto na área da electrónica de consumo como na área dos computadores. O DVD Forum tem nesta altura mais de 200 membros representando um largo espectro de empresas que oferecem uma larga variedade de produtos e serviços relacionados com o DVD. Os primeiros anos do DVD foram difíceis e em muitos casos frustrantes. O DVD foi visto com algum interesse pelos estúdios de Hollywood procurando publicar os seus conteúdos através de um meio que oferecesse alta qualidade, mas também estavam preocupados com a protecção dos direitos de autor. Algumas Majors Norte Americanos como a Time Warner e a Universal Pictures estavam empenhadas no lançamento dos seus filmes em DVD, enquanto que os restantes estúdios se mantinham à margem esperando um resolução da questão dos direitos de autor. O assunto de como proteger um conteúdo que fosse distribuído através de um DVD-Video foi o tópico principal de numerosas discussões entre os membros do DVD Forum e os representantes da industria cinematográfica e de software. No final do mês de Junho de 1996 representantes da industria cinematográfica, de computadores e da electrónica de consumo assinaram a recomendação técnica do grupo de trabalho para a codificação de toda a informação guardada num disco DVD-Video e a inclusão de hardware de descodificação em todos os leitores de DVD-Video. O primeiro leitor de DVD-Video foi vendido no Japão no inicio de Novembro de 1996. O Mercado americano abriu as portas aos leitores de DVD-Video no inicio de 1997. As previsões iniciais de vendas de leitores de DVD-Video eram bastante optimistas, com muitas estimativas a indicarem a venda de mais de dois milhões de unidades apenas no primeiro ano. As vendas actuais de leitores de DVD fazem com que este numero pareça demasiado pequeno, mas temos de ter em conta o elevado preço, na altura, de um leitor de DVD, e o escasso numero de títulos lançados pelos principais estúdios cinematográficos. Quando o formato DVD-Video foi lançado oficialmente nos Estados Unidos em 17 de Março de 1997 havia menos de 200 títulos disponíveis em apenas 7 mercados regionais de teste, sendo a sua abertura nacional feita em 22 de Agosto do mesmo ano. Nesta altura havia ainda alguns dos principais estúdios que não suportavam o formato, como a Disney, a Fox e a Paramount. Durante 1997 alguns respeitados analistas da industria, exprimiram a sua preocupação sobre a viabilidade do formato DVD. Alguns especialista previram que o formato DVD iria falhar nos esforços de se tornar no formato de entretenimento caseiro, tornando-se num nicho de mercado apenas para o áudio topo de gama e videofilos. Estas previsões tinham alguma justificação pela fracasso do formato Laser Disc. Em Setembro de 1997 tudo começou a melhorar com o anuncio da Disney, de que iria lançar os seus filmes não animados em DVD, deixando a Paramount e a Fox como as únicas que ainda não suportavam o DVD. As vendas de leitores de DVD Vídeo em 1997 nos Estados Unidos foram de 315.000 unidades, bastante abaixo das previsões iniciais. Em Abril de 1998 a Paramount decidiu lançar versões dos seus filmes em DVD, sendo seguida pela FOX em Agosto do mesmo ano. Com todos os principais estúdios cinematográficos, o futuro parecia mais brilhante para o DVD. Mais de um milhão de leitores de DVD foi vendido no mercado americano durante o ano de 1998, enquanto que simultaneamente o DVD era lançado no mercado Europeu. As vendas iniciais na Europa foram muito lentas devido ao atraso no lançamento de títulos para Região 2, e também da resistência de muitos consumidores que não queriam comprar leitores de DVD que devido à codificação regional não podiam vir filmes lançados nos Estados Unidos. Hoje em dia a maioria dos europeus menospreza o uso de codificação regional pelos estúdios, enquanto que a maioria dos consumidores norte americanos nem sequer sabe que os seus leitores apenas podem ler títulos da região 1. No final de 1998 havia a nível mundial 2 milhões de leitores e mais de 1000 títulos disponíveis. A maioria dos críticos do DVD foram silenciados. A maioria dos grandes estúdios de cinema comprometeram-se a lançar os seus catálogos por inteiro em DVD, assim como a maioria dos distribuidores independentes e pequenos estúdios. No final de 1999 o DVD tornou-se o produto de electrónica de consumo com o mais rápido crescimento de sempre ao nível de vendas. Mais de 4 milhões de leitores foram vendidos apenas no mercado norte americano durante o ano de 1999, e havia no final do ano cerca de 4000 títulos disponíveis. O DVD solidificou o seu titulo de formato com mais sucesso no mercado da electrónica de consumo durante o ano de 2000. No mercado norte americano foram vendidos 8 milhões de leitores e estavam disponíveis 8000 títulos no final do ano. O mercado europeu também cresceu significativamente durante o ano de 2000, com a maioria dos grandes estúdios de cinema a lançarem versões especificas dos seus filmes para a Europa, em vez de fazerem um simples reembalagem das versões americanas para cada lançamento. O ano de 2000 foi também um ano critico para o DVD em outras áreas. O DVD ramificou-se a partir da industria de cinema para outras áreas como a empresarial, a educacional e a institucional. As drives de DVD-ROM tornaram-se comuns nos novos computadores pessoais, e um largo numero de produtos e serviços foram anunciados para ajudarem esses clientes a moverem-se para o mundo do DVD. Os leitores de DVD-Video estavam disponíveis nos Estados Unidos por menos de 100 dólares, e as drives de DVD-ROM tornaram-se uma opção sem custo para maioria dos computadores pessoais. O ano de 2000 finalizou com o lançamento explosivo de alguns produtos para a gravação de DVD a nível mundial, minimizando a maior desvantagem para a adopção generalizada na adopção do formato DVD – A impossibilidade dos consumidores gravarem os seus próprios conteúdos em discos DVD.

sábado, janeiro 27, 2007

MPEG-2

MPEG-2 é o formato de compressão utilizado pelos DVDs. O formato DVD-Video requer que a informação video seja comprimida no formato MPEG-2. Este formato de compressão é usado para reduzir o total de informação armazenado dos elementos vídeo para um nível manejável. A qualidade de vídeo "Broadcast" ou "CCIR 601" requer aproximadamente 21 Mbytes por segundo de espaço de armazenamento, o que significaria que um disco DVD-5 (4,37Gbytes) poderia guardar apenas 3,7 minutos de vídeo sem compressão. O vídeo comprimido em MPEG-2 tem um resolução de 720x480 pixels por frame e uma taxa de 30 frames por segundo nos países com o formato de transmissão NTSC, ou uma resolução de 720x576 pixels por frame e uma taxa de 25 frames por segundo nos países com o formato de transmissão PAL. Os ficheiros MPEG-2 podem ser criados usando o processo de codificação CBR(Constant Bit Rate) ou VBR(Variable Bit Rate). Se é usado o processo de codificação Constant Bit Rate é necessário um bit rate de aproximadamente 6 Mbits por segundo para permitir que o vídeo comprimido seja tão bom como a fonte original CCIR-601. Se for usado o processo de Variable Bit Rate, pode ser usado um bit rate médio de 4 Mbits por segundo para que o vídeo comprimido gerado se pareça tão bom como a fonte original. O vídeo CCIR-601 em componentes passa por uma série de pré filtros e por equipamento de análise espacial e temporal para gerar um sinal de vídeo digital de lata qualidade em componentes. O sinal digital é depois convertido do formato RGB em componentes para o formato Y/Cr/Br em componentes. Cada frame do vídeo digital é comprimido usando-se o algoritmo DCT(Discreet Cosine Transformation), que remove a informação redundante(Compressão Intraframe). De seguida cada frame é comparado com os frames anteriores e posteriores para eliminar a informação redundante entre os frames(compressão Interframe). Finalmente a informação de vídeo comprimido é formatada para cumprir com o standard do formato MPEG-2. Um bit stream MPEG-2, é composto por uma sequencia de fatias, imagens e grupos de imagens( Group Of Images – GOP). Uma imagem MPEG-2 correspondem á resolução total de um frame, com duas fatias que correspondem a cada campo de um frame entrelaçado. Existem três tipos de frame codificados em MPEG-2. Um Frame I contém toda a informação requerida para reconstituir o frame original. As imagens subsequentes dentro do GOP(grupo de imagens) serão frames P ou B. Os frames P e B são frames “predictive”(que prediz), o que significa que eles só guardam as mudanças do frame anterior para o posterior. Um GOP é uma sequência de frames comprimidos que começa com uma imagem que é uma frame I. O formato DVD-Vídeo requer que um stream de vídeo digital comprimido em MPEG-2 não pode incluir mais do que 18 imagens em cada GOP. O numero de imagens em cada GOP é também chamado de tamanho do GOP(ou GOP size). O formato DVD-Vídeo também requer que a informação vídeo em MPEG-2 seja multiplexada com o áudio, subimagens, Imagens paradas e informação de controlo associadas. Quando é usada uma codificação em VBR(Variable Bit Rate, o actual numero de bits dedicado ao processo de codificação MPEG varia dependendo do conteúdo do stream de vídeo. Se o conteúdo da cena é uma pessoa a falar, com um fundo relativamente estático, assim poucos bits são usados para descrever correctamente a cena. Se o conteúdo de vídeo for uma cena com muita acção e movimento, ou uma cena com muitos e pequenos detalhes, é necessário uma maior quantidade de informação para prevenir a introdução de artefactos digitais no ficheiro de vídeo digital comprimido. As técnicas de compressão de vídeo digital sujeitas a perdas (Lossy), como o MPEG-1 e MPEG-2, podem criar artefactos digitais durante o processo de compressão. Os artefactos digitais podem ser distorção da cor, degradação da cor, degradação do movimento, aumento do ruido, duplicação de frames, escadeado, geração de blocos(ou mosaico), etc. O artefacto digital mais comum gerado pelo vídeo comprimido em MPEG é o efeito de blocking ou mosaico. Este efeito é a presença de blocos padrão de 8x8 pixels no stream de vídeo comprimido que não fazem parte do vídeo original. O blocking é causado pelo uso do algoritmo DCT(Discreet Cosine Transformation), o qual opera em blocos de 8x8 pixels. Os artefactos de vídeo digital podem ser eliminados recorrendo-se a um variado conjunto de técnicas. A maioria deles podem ser eliminados aumentando-se o bit rate(quantidade de informação) médio usado na compressão dos conteúdos. A filtragem do stream de vídeo para eliminar o ruído de alta frequência é também uma técnica comum para reduzir os artefactos. Os artefactos podem ocorrer num único frame que pode ser retocado nos pixels que estiverem destorcidos, no entanto este trabalho é muito trabalhoso e demorado.

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Regresso

Foi um longo tempo fora destas lides. A razão principal é a falta de tempo. O trabalho é mais que muito. Mas isso agora pouco importa. O que interessa é o regresso, com vontade de desenvolver este Blog. Em breve vou dar na Restart um workshop de introdução ao DVD Authoring. Em principio está pensado para ser durante o mes de Maio. Mais a longo prazo estou a pensar desenvolver um livro sobre o DVD Authoring, com base nos textos que tenho desenvolvido para o modulo e workshops de DVD Authoring que tenho dado na Restart.

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

Adobe lança nova versão do Encore

Já está no mercado a versão 2.0 do Adobe Encore. As novas caracteristicas são: Slideshow Editor Build and arrange slide shows with ease. Define shows as browsable or autoplay with optional narration or music. Set slide durations, add transitions, and apply pan-and-zoom effects. Flowchart Define and view your DVD's navigation by using a visual flowchart representation of all points and links. Automated chapter menus Create multipage menus automatically from chapters or slide shows in your project. Royalty-free templates and menu art Jump-start DVD menu creation using the many royalty-free templates, motion menus, and other included artwork files. DTS audio support Increase your audio format options with support for DTS audio. Closed-caption support Import line 21 files to add closed captions to your DVDs (applies to NTSC titles only). Easy chapter point addition Use a single command to add chapter points at fixed intervals, enabling viewers to skip quickly through content. Updated user interface with workspace panels that dock and group Organize your desktop quickly with workspace panels that dock and group. Move divider lines between panels to adjust your layout quickly, with no need to resize multiple windows. Adobe Bridge Browse, organize, and preview content files, and then drag and drop what you need right from Adobe Bridge. Search by or edit XMP metadata such as keywords, language, and format. Chapter Playlists Use Chapter Playlists to create different play orders without duplicating content. The disc space saved can enable the use of lower compression for higher quality video. Multiple clips on a timeline Save time with easy assembly of multiple video clips on a timeline. There's no need for a separate video editing application to achieve seamless playback of multiple clips. XMP metadata support Use XMP metadata to quickly identify assets or automate tasks. View and edit XMP metadata from within the project panel in Encore DVD, or use metadata keywords to search for files in Adobe Bridge. Menu replacement layers Specify locations for graphic objects in a menu template by using replacement layers. Objects dropped on replacement layers scale to fit the size designated in the layer. Slide show audio Add audio to your slide show and automatically adjust slide durations to match the total audio time. Add or delete slides, and slide durations automatically adjust to the correct length. Slide show transitions Spice up your slide shows with the same collection of visual transitions found in Adobe Premiere® Pro 2.0 software. Slide show pan and zoom Bring your slide shows to life with pan-and-zoom effects that let you focus on the key areas of interest within your images. Rotate tool Rotate objects in the Menu window with fine control using the Rotate tool.

domingo, fevereiro 05, 2006

DVD Demystified

Já foi lançada a terceira edição do livro "DVD Demystified " de Jim Taylor. Este livro é para muito a biblia do dvd authoring. a melhor forma de o comprar é através da Amazon. Já agora uma dica, comprem sempre através dum site europeu como a amazon.co.uk , pois assim evitamos custos alfandegários. Se não quiserem comprar o livro podem sempre visitar o site www.dvddemystified.com que tem um conjunto de FAQs actualizadas sobre DVD Authoring.

Inicio

Pois é, esta é minha estreia em blogs. Mas algum dia tinha de ser. A democratização da informação faz-se por aqui. Criei este blog a pensar em todos os que têm dificuldades e vêm ter comigo a colocar duvidas sobre como se faz , ou que software é que se deve utilizar. Coloquem que software é que estão a utilizar, vantagens e desvantagens desse software em relação a outros que conheçam.